Motores discutirá na Festa do Boi aumento de exportações para o agro


O agronegócio potiguar tem espaço para ampliar sua presença no mercado internacional, mas o caminho entre o potencial produtivo e a efetiva exportação ainda passa por desafios como escala, logística, padronização, certificações, beneficiamento e qualificação. É nesse cenário que será realizado, no dia 9 de outubro, dentro da programação da Festa do Boi, o seminário Motores do Desenvolvimento, com o tema voltado às estratégias e oportunidades internacionais para o agro.

Realizado pelo Sistema Tribuna de Comunicação em parceria com o Sebrae e com apoio da Federação da Agricultura e Pecuária do Rio Grande do Norte (FAERN) e do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar-RN), o encontro reunirá especialistas para discutir caminhos de internacionalização e aproximar produtores e empresários de informações sobre mercados compradores.

“É exatamente conectar essas pontas, ou seja, dentro da maior feira agropecuária do Estado, a oportunidade dos produtores estarem ouvindo, participando, debatendo junto com os técnicos do sistema Faern, do sistema Sebrae, e com os especialistas que estão vindo de Brasília para conduzir todo esse processo”, afirma o superintendente do Sistema Tribuna de Comunicação, Fernando Fernandes.

Em sua terceira edição agro, o Motores do Desenvolvimento chega neste ano com uma programação voltada especialmente ao comércio exterior. Entre os temas estão a visão estratégica para o setor potiguar no cenário internacional, estratégias para a internacionalização e oportunidades na China para produtos com valor agregado pelo selo Feito Potiguar, movimento e programa de valorização da produção local liderado pelo Sebrae/RN.

A programação também terá painéis com adidos agrícolas brasileiros em Pequim e Washington e uma discussão sobre o mercado internacional para pescados e crustáceos na Oceania e no Oriente Médio.
Fernando Fernandes relaciona a discussão ao novo ambiente de comércio internacional e às oportunidades que podem surgir para produtos brasileiros.

“Isso cria expectativa, quer seja, para negócios nichados como o mel de abelha, com produtos diferenciados que estão sendo produzidos aqui, a própria aguardente que é produzida no Estado do Rio Grande do Norte, a parte de laticínios. E é necessário que a gente tenha dentro dessa cadeia uma especialização e qualificação da mão de obra”, afirma.

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